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Que shilajit escolher em Paris? Guia comparativo 2026
O shilajit — que muitos dos nossos clientes chamam chilagite ou shilagite — tornou-se em dois anos um dos suplementos mais procurados na loja. O problema é que a oferta explodiu ao mesmo tempo que a procura, e que nem tudo tem a mesma qualidade. Este guia compara, com toda a transparência, as cinco referências que decidimos manter em loja em Paris.

O que é o shilajit (chilagite)?
O shilajit não é uma planta nem um mineral de síntese: é uma substância natural que escorre lentamente das fendas rochosas de alta montanha, nos Himalaias, no Altai ou no Cáucaso. Nasce da decomposição de matérias vegetais presas na rocha durante séculos. Resultado: uma resina castanho muito escuro a preto, rica em ácido fúlvico e em mais de 85 oligoelementos.
Se procura «chilagite» ou «shilagite», procura exatamente a mesma coisa. São apenas outras transcrições da mesma palavra, muito comuns nas comunidades de língua árabe; é aliás com esta grafia que muitos clientes nos falam do produto na loja.
O seu uso remonta a mais de 3 000 anos na tradição ayurvédica, onde faz parte das raras substâncias classificadas como Rasayana. Aí é utilizado tradicionalmente para a energia, a vitalidade e o equilíbrio mineral.
Os critérios que fazem mesmo a diferença

Entre dois frascos parecidos, cinco pontos bastam para decidir.
1. O teor de ácido fúlvico. É o indicador número um. Abaixo de 40 %, paga-se sobretudo enchimento. A partir de 50 % estamos no aceitável, e as melhores resinas chegam aos 75-79 %.
2. O certificado de análise (COA). Um laboratório independente, acreditado ISO 17025 — a Eurofins, por exemplo — verifica o teor real de ácido fúlvico e a ausência de metais pesados. Sem COA, só tem a palavra do vendedor.
3. A declaração DGCCRF. Em França, qualquer suplemento alimentar tem de ser declarado junto da Direção-Geral da Concorrência (decreto 2006-352). Um shilajit não declarado escapa a qualquer controlo.
4. A origem. A Caxemira e o Altai são as duas origens mais bem consideradas. Uma proveniência vaga ou ausente é mau sinal — a rastreabilidade indica-se quando se tem.
5. A forma. Resina ou cápsulas? A resina é mais concentrada e fica mais barata ao grama; as cápsulas são mais simples no dia a dia. Detalhamos esta escolha um pouco mais abaixo.
Comparativo: os nossos 5 shilajit disponíveis em Paris
Ordenados por teor decrescente de ácido fúlvico. Todos estão declarados na DGCCRF e disponíveis de imediato na loja; os certificados de análise podem ser consultados no local.
O teor de ácido fúlvico mais elevado da seleção. Resina bruta colhida em alta montanha (Altai, Himalaias), com um sabor mineral bem vincado. Para quem quer o que há de mais concentrado.
O nosso campeão de vendas, e a nossa recomendação. Colheita na Caxemira, frasco em vidro reciclado com colher doseadora, análise Eurofins França (ISO 17025) e declaração DGCCRF n.º 349478.
580 mg de shilajit por cápsula vegetal, ou seja, um mês de cura. A mesma matéria da resina SIHO, mas sem o sabor — prático no escritório ou em viagem.
30 g de shilajit puro repartidos por 60 cápsulas vegetais, sem excipientes nem aditivos. A 2 por dia, a caixa cobre um mês completo. A porta de entrada mais simples.
Um extrato titulado a 20 %, fabricado em França, assinado por uma casa ayurvédica instalada desde 1996. Titulação mais baixa, mas dose regular e preço de entrada.
O nosso veredicto. Com 79 %, a resina SIHO continua a ser a mais concentrada. Mas, pelo equilíbrio entre pureza, rastreabilidade e preço, é a resina Feel Pure da Caxemira que continua a ser o melhor shilajit 2026 da nossa seleção — e, de longe, aquele que os nossos clientes mais repetem.
Resina ou cápsulas: o que escolher?
A resina é a forma mais pura e mais concentrada. Retira-se o equivalente a um grão de arroz com a colher doseadora e dissolve-se em água morna ou leite. Sejamos honestos: o sabor é forte, betuminoso e muito mineral. Há quem se habitue em três dias, e quem nunca se habitue. Em contrapartida, é a fórmula mais económica ao grama de ácido fúlvico.
As cápsulas resolvem a questão do sabor e a da dose: abre-se, engole-se, está feito. Viajam sem risco de derrame e cabem numa mala. O custo por dia é ligeiramente superior, mas é o preço da regularidade — e uma cura que se cumpre vale mais do que uma resina que fica no armário.
O nosso conselho: se é a sua primeira cura, comece pelas cápsulas Feel Pure para ver como reage e passe depois à resina se o produto lhe convier. Também pode vir cheirar e ver a resina à loja antes de decidir: é muitas vezes isso que faz a diferença.
Porquê comprar o seu shilajit em Paris em vez de comprar online?
O shilajit é exatamente o tipo de produto em que a compra em loja muda alguma coisa. Aqui vê a resina, pede o certificado de análise, faz as suas perguntas. Nos marketplaces online, boa parte da oferta chega sem origem rastreável, sem COA e sem declaração DGCCRF — para uma substância extraída da rocha, isso não é um pormenor.
A nossa loja da 10 rue Théophile Roussel, no 12.º bairro (metro Ledru-Rollin, linha 8, ou Bastille) é um dos raros pontos de venda parisienses a propor shilajit com COA Eurofins consultável no local. Cada lote é verificado: teor de ácido fúlvico, metais pesados, conformidade regulamentar.
O stock indicado no site é o da loja, em tempo real: se aparece como disponível, é porque o frasco está lá. Estamos abertos de terça-feira a sábado, das 9h30 às 18h30.
Perguntas frequentes sobre o shilajit (chilagite)
O shilajit é legal em França?
Sim, desde que seja declarado junto da DGCCRF nos termos do decreto 2006-352. As cinco referências que vendemos estão declaradas.
Chilagite e shilajit são a mesma coisa?
Sim, exatamente. Chilagite e shilagite são transcrições correntes do mesmo termo. Trata-se do mesmo produto: uma resina natural de alta montanha rica em ácido fúlvico.
O shilajit vende-se na farmácia?
Raramente. É um suplemento alimentar de venda livre, sem receita, mas muito pouco referenciado em farmácias e parafarmácias. Na Herba Barona, no 12.º bairro de Paris, está disponível de imediato, em resina e em cápsulas, com as análises à mão.
Qual é o melhor shilajit em 2026?
Aquele cujo teor de ácido fúlvico é elevado e verificado por um laboratório independente. Na nossa seleção, a resina SIHO lidera na titulação (79 %) e a resina Feel Pure da Caxemira (75 %) oferece o melhor equilíbrio global entre qualidade e preço.
Quanto tempo dura uma cura?
Conte com 4 a 8 semanas. A porção habitual é de um grão de arroz a uma ervilha de resina, ou 2 cápsulas por dia consoante a dosagem. Uma caixa de 60 cápsulas cobre geralmente um mês.
O shilajit contém metais pesados?
O shilajit bruto pode conter vestígios, uma vez que provém da rocha. É precisamente por isso que a análise independente é indispensável. As nossas referências são controladas pela Eurofins para o chumbo, o mercúrio, o arsénio e o cádmio, com resultados conformes ao regulamento europeu 2023/915.